Verdades e Mitos do azeite de oliva extra virgem


Verdades e Mitos do azeite de oliva extra virgem

O azeite de oliva extra virgem é um importante alimento, muito usado pelos adeptos da dieta mediterrânea, considerada uma das mais saudáveis do mundo pelo equilíbrio e consumo de alimentos frescos. O azeite é objeto de estudo de muitos cientistas que desvendaram diversos aspectos desse alimento rico em vitaminas e importante aliado para a saúde.

Extraído dos frutos das oliveiras, o azeite de oliva extra virgem é considerado o mais saudável dos azeites, já que contém ácidos graxos monoinsaturados em abundância. Além disso, o processo de produção com extração a frio da Verde Louro, garante a qualidade e pureza do produto que é feito com frutos selecionados e muito cuidado em todas as suas etapas de produção. Portanto, não basta consumir o azeite de oliva, é preciso escolher marcas sérias, que tratam esse processo com responsabilidade e foco na qualidade de um produto 100% puro.

 

O que significa a acidez no azeite?

A acidez significa que a soma de todos os ácidos oleicos presentes no azeite devem dar no máximo 2,0%. A baixa acidez não garante a qualidade do produto, mas é um dos indicadores de que se trata de um bom azeite. Um bom exemplo disso é  que os azeites extra-virgens podem ter no máximo até 0,8% de acidez para serem bons.

 

É indicado usar azeite para cozinhar?

Ainda é comum ouvirmos que o azeite quando aquecido sofre saturação tornando-se nocivo à saúde. Expor o azeite ao calor não mudará suas propriedades básicas desde que não exceda 200 graus. Esta é a temperatura que marca o ponto de fumaça, quando o óleo começa a queimar e a gordura se decompõe em elementos nocivos. Como base comparativa o óleo de girassol tem como ponto de fumaça 227 graus, o de canola 224 graus e de milho 204°. Resumindo, é sim indicado cozinhar com azeite de oliva extra virgem como já indicamos anteriormente.

 

Fritar com azeite é melhor?

No caso da fritura especificamente, o azeite oferece a vantagem de formar uma crosta na superfície do alimento, que impede a penetração do óleo e garante leveza. Alimentos fritos em azeite de oliva tem um menor teor de gordura que os fritos em outros azeites.

 

Como armazenar o azeite?

Os maiores inimigos do azeite são luz e calor. Por isso, ao guardar escolha lugares frescos e escuros, dentro de armários e longe da luz solar.

 

Posso estocar azeite?

Depende do seu volume de consumo. O azeite de oliva deteriora com o tempo, por isso, o ideal é comprar o suficiente para usar no prazo de validade. Lembrando que, uma vez aberto o frasco o azeite entra em contato com ar e deve ser consumido no máximo em 30 dias.

 

O que avaliar na embalagem?

As embalagens mais indicadas são as de vidro escuro, pois diminuem a incidência de luz sobre o azeite. No rótulo, além das informações de origem e percentual de acidez (que classificam o azeite), observe a data de fabricação e validade.

 

Posso mudar o azeite de recipiente?

O melhor é mantê-lo na embalagem original. A manipulação e o contato com o ar podem acelerar o processo oxidação do azeite, fazendo com que ele mude de sabor e aroma. 

 

Posso temperar azeites com ervas e especiarias?

Pode, mas assim como mudar de recipiente diminui a vida útil do azeite, misturar com ervas e especiarias também acelera o processo de oxidação. Neste caso, tempere pequenas quantidades e consuma em no máximo cinco dias.

Gostou das dicas? Confira nossa linha completa de azeites de oliva extra virgem aqui.




Por
15/10/2019


Assine nosso blog

Não perca nenhuma novidade!

Assine nosso blog

Não perca nenhuma novidade!