10 mitos sobre azeite que você precisa parar de acreditar


10 mitos sobre azeite que você precisa parar de acreditar

É inegável que o interesse dos brasileiros pelo azeite vem crescendo mais a cada ano. Isso pode ser explicado pelo aumento da busca por uma alimentação balanceada e saudável, já que o alimento é rico em vitaminas e substâncias antioxidantes.

No entanto, com tantas informações disponíveis, surgem também os mitos sobre o azeite. O problema começa quando as pessoas acreditam nos falsos conhecimentos e começam a reproduzi-los de forma desenfreada.

Para te ajudar a não cair nessa, separamos aqui 10 mitos sobre o azeite que você precisa parar de acreditar agora mesmo. Confira!

1. Azeites de oliva com baixa acidez são mais saborosos

A acidez do azeite está relacionada à proporção de ácidos graxos livres presentes no produto e isso não interfere em seu sabor ou aroma.

A baixa acidez é proveniente de diversos fatores, como o fato de as azeitonas estarem em perfeito estado no momento de serem beneficiadas. 

O sabor e o aroma do produto são consequências do equilíbrio de cerca de 70 compostos diferentes.

2. Azeites de oliva engordam

A verdade é bem diferente do que muitas pessoas pensam, pois o azeite de oliva extra virgem é a única gordura que auxilia no emagrecimento

Hoje já podemos encontrar muitas pesquisas que comprovam que consumir azeite de oliva extra virgem generosamente só traz benefícios à saúde, por retardar a absorção de glicose ele ajuda a regular o nível de açúcar no sangue. A nivel celular, ajuda a prevenir o câncer, é indicado para quem tem diabetes, doenças coronarianas e até o mal de Alzheimer.

Em particular, é um alimento rico em um composto chamado oleoylethanolamide, que se libera quando os lipídeos da dieta (em particular o ácido oléico) chegam ao intestino delgado, e foi identificado como um supressor do apetite, enviando uma mensagem ao cérebro que o estômago está cheio, provocando sensação de saciedade.

Por isso, não tenha medo ao utilizar o seu azeite de oliva extra virgem! Ele não vai influenciar nos ponteiros da balança e ainda vai te ajudar a viver por mais tempo e com mais qualidade de vida.

Dica: Descubra os principais benefícios da folha de oliveira para sua saúde

3. Azeites são como os vinhos: quanto mais velhos, melhores

Na verdade, o azeite de oliva extra virgem é melhor quando mais novo. Muitas das propriedades do alimento são termo e fotossensíveis. Isso quer dizer que elas podem se oxidar na presença de luz e calor. Por isso, é importante sempre ficar atento à data de validade do produto.

4. Azeites de dendê têm os mesmos benefícios dos de oliva

Ao contrário do que muita gente pensa, o azeite de dendê é completamente diferente do azeite de oliva; tanto em relação aos benefícios, quanto ao sabor e a cor.

Comparado ao azeite de oliva, o dendê, possui mais gordura saturada. A única vantagem do ingrediente baiano é a maior concentração de vitamina A, importante para manter a saúde dos olhos.

No entanto, se comparados todos os benefícios, o azeite de oliva extra virgem é o campeão.

5. Bons azeites são importados e caros 

É óbvio que muitos azeites considerados excelentes possuem, sim, um alto custo. A maioria deles é produzida no Mediterrâneo, em países como Espanha, Itália, Portugal, Tunísia e Grécia. No entanto, o Brasil vem se destacado na produção do alimento, assim como outros países da América do Sul, como Chile, Uruguai, Argentina e Perú.
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6. É possível substituir o azeite por azeitonas

Essa possível troca é um mito curioso. Por virem da mesma fonte, muitos acreditam que as azeitonas podem ser boas substitutas no consumo de azeite.

Na verdade, essa substituição não é bem um mito sobre azeite — afinal, ambos os alimentos possuem nutrientes em comum. Porém, o consumo de azeitonas necessário para absorver a mesma quantidade de nutrientes presentes no azeite seria muito grande, o que torna inviável essa comparação. Além disso, no momento da elaboração do azeite, quando a azeitona é macerada e durante o processo de extração, outros compostos nutricionais são formados, fazendo do azeite um alimento mais rico do que a fruta de onde ele se origina.

E também, as azeitonas em conserva — forma mais comum encontrada à venda — possuem uma quantidade expressiva de sódio. Se consumidas em grandes quantidades, podem causar problemas de saúde, como o aumento da pressão arterial.

7. Não é saudável fritar com azeite

Esse é um dos mitos sobre azeite mais relacionado à falta de informação. Outros produtos na mesma categoria costumam ser prejudiciais à saúde quando submetidos a temperaturas relativamente altas. Contudo, o mesmo não se aplica ao azeite, desde que se mantenha certos cuidados.

O azeite de oliva pode ser esquentado em média até 200º C sem perder suas propriedades benéficas ao organismo. Sua estrutura não é alterada até atingir essa temperatura, tornando-o uma ótima opção para cozinhar.

Entretanto, é importante evitar temperaturas mais altas que podem queimar o azeite e acabar com suas propriedades saudáveis. Para isso, é preciso controlar bem a temperatura durante o método de coccão! 

Dica: Um pouco de história: a utilização do azeite na mitologia grega

8. Azeite amarelado não é bom

Por padrão, os consumidores compram azeites caracterizados em tons verdes-dourados. Logo, quando visualizam outras cores, tendem a achar que o azeite está estragado.

Na verdade, a ideia de que o azeite amarelo é ruim não passa de um mito. Os diferentes tons estão relacionados ao ponto de colheita das azeitonas e às suas variedades.

Basicamente, quanto mais madura for uma azeitona no momento da colheita, mais amarelado será o azeite. E mesmo um azeite mais maduro, no que diz respeito à época em que o produto foi fabricado, não perde nada em propriedades e benefícios para o corpo.

9. Azeites não estragam no sol

Uma das razões do azeite de oliva ser guardado em embalagens de vidro escuras é justamente pelo fato delas protegerem o produto da luz, o que evita a foto oxidação, com algumas perdas de nutrientes, conservando melhor as propriedades do azeite. Por isso, deve-se evitar a exposição do vidro ao sol, guardando-o em locais frescos e ao abrigo da luz. 

10. Podemos consumir azeite de oliva quando quisermos

Mesmo que o azeite promova diversos benefícios à saúde, ele ainda é um alimento calórico, e por isso é preciso tomar cuidado para não consumi-lo em excesso.

Para garantir uma saúde equilibrada e benéfica, o ideal é consumir o equivalente a duas colheres de sopa do produto. Dessa forma, você aproveita todos os benefícios que ele proporciona e ainda garante mais sabor aos seus alimentos. Mas lembre-se, cada organismo metaboliza os alimentos de forma diferente e todos devem estar atentos a isso.

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Você acreditava em algum desses mitos sobre azeite? Conhece outros que não citamos aqui? Conta pra gente nos comentários!

 




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11/10/2017


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