A importância do clima para a produção das oliveiras


A importância do clima para a produção das oliveiras

O clima representa uma das mais importantes variáveis de produção do azeite de oliva extra virgem, com importante destaque na quantidade e qualidade de azeite produzido. Para que haja uma boa produção, são necessárias ao menos 200 horas de temperaturas abaixo dos 10 graus no inverno. A oliveira, planta originária do clima mediterrâneo teve uma excelente adaptação ao clima e ao solo do Rio Grande do Sul, especialmente em Canguçu onde está instalada a fazenda Mato Grande, da Verde Louro.

A cultura que iniciou há cerca de 15 anos no estado, teve ao longo dos anos um grande aumento na produtividade das oliveiras com aumento na produção do azeite, porém ainda representa apenas 0,3% do consumo total do país, sendo os maiores distribuidores estrangeiros de países como a Itália, Espanha e Portugal. Com o equilíbrio do clima nos últimos dois anos, a produção teve um aumento maior que o dobro na produção, mas diversas adaptações são estudadas e trabalhadas dia após dia com o objetivo de melhorar estes dados ainda mais. 

Segundo a Instituição brasileira de olivocultura - Ibraoliva, o Rio Grande do Sul representa 70% da produção do azeite de oliva extra virgem no Brasil, com mais de 5 mil hectares de oliveiras plantadas, porém apenas 40% deste número está em produção já que as oliveiras passam a produzir a partir de 6 anos.  

Apesar da baixa produção, o azeite de oliva extra virgem brasileiro vem acumulando premiações internacionais de qualidade, desbancando algumas das mais tradicionais marcas de azeite do mundo que possuem grandes produções. Para o brasileiro, a grande vantagem do consumo de azeites nacionais, além da sua qualidade como um todo, está no consumo de um azeite fresco, garantindo assim, todas as propriedades e benefícios para a saúde. O valor do produto está diretamente relacionado à menor produção, que precisa absorver os custos de produção e a menor oferta no mercado, porém o consumidor tem a certeza de um produto idôneo e de uma qualidade extrema.

 

Para escolher o melhor azeite para o seu consumo, esteja atento a algumas características importantes:

 

  • Período de fabricação: quanto mais novo o azeite, melhor. Por se tratar de um produto sem conservantes, o azeite de oliva extra virgem deve ser consumido no máximo no período de 12 a 18 meses. Após aberto, seu consumo deve ser em até quarenta dias.
  • Embalagem: produtos envasados em garrafas escuras mantêm as suas características físicas e sensoriais, bem como os benefícios para a saúde.
  • Premiações: As premiações internacionais são um bom parâmetro da qualidade do azeite, já que eles passam por criteriosas avaliações, feitas por respeitados profissionais de todo o mundo. Apenas este ano, a Safra 2019 da Verde Louro já acumulou cerca de 10 premiações em importantes concursos de Paris, Israel, Itália e Nova Iorque.
  • Acidez: para ser atestado como um azeite de oliva extra virgem, o azeite deve ter a acidez de no máximo 0,8%, sendo que o Verde Louro fica em média de 0,2%. O cuidado com o manuseio e extração a frio, com um produto 100% natural, resultam no azeite de oliva extra virgem.

O Rio Grande do Sul conta com 10 fábricas de azeite de oliva extra virgem com cerca de 20 marcas no mercado. Para que a produtividade siga em crescimento, são realizados estudos das próprias empresas e do Ibraoliva com o objetivo de ter conhecimento das melhores técnicas de adaptação das oliveiras ao solo e clima gaúcho. 

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