10 curiosidades sobre o azeite de oliva extra virgem


10 curiosidades sobre o azeite de oliva extra virgem

Em breve vamos começar a colheita da Safra 2021, um período de muita expectativa, que traz o resultado de um ano de muito trabalho. Hoje vamos falar sobre 10 curiosidades do cultivo e do produto, alguns ainda pouco difundidos no Brasil, um país que tem uma história recente com a produção do azeite de oliva extra virgem e que apesar do crescimento, ainda tem na maior parte do consumo, produtos de origem estrangeira.
 
Confira as curiosidades e nos conte depois, qual delas você ainda não sabia ;)
 
1 - Os principais usos da azeitona


Você sabia que cerca de 20% das azeitonas da produção mundial vira azeite, enquanto os 80% vão para a produção de conservas e o que não vai para a indústria alimentícia encontram também outras utilidades, como o bagaço, por exemplo, é utilizado na indústria de biocombustível.
 
2 - Variedades


A família das oliveiras inclui 30 tipos e mais de 600 espécies diferentes. Calcula-se que existam 1.400 tipos diferentes de azeitonas no mundo, sendo 400 somente na Itália, país com uma das maiores produções do mundo.
 
3 - Diferente do vinho, o azeite não fica melhor com o tempo


O azeite de oliva extra virgem é melhor quando mais novo. Muitas das propriedades do alimento são termo e fotossensível. Isso quer dizer que elas podem se oxidar na presença de luz e calor. Por isso, é importante sempre ficar atento à data de fabricação do produto e dar prioridade para produtos brasileiros, já que rapidamente após a colheita eles ficam disponíveis para comercialização e passam por menos interferência já que não viajam de tão longe quanto os azeites importados.
 
4 - Azeites de oliva engordam
 

A verdade é bem diferente do que muitas pessoas pensam, pois o azeite de oliva extra virgem é a única gordura que auxilia no emagrecimento. 
Hoje já podemos encontrar muitas pesquisas que comprovam que consumir azeite de oliva extra virgem generosamente só traz benefícios à saúde, por retardar a absorção de glicose, ele ajuda a regular o nível de açúcar no sangue. A nível celular, ajuda a prevenir o câncer, é indicado para quem tem diabetes, doenças coronarianas e até o mal de Alzheimer.
Em particular, é um alimento rico em um composto chamado oleoylethanolamide, que se libera quando os lipídeos da dieta (em particular o ácido oléico) chegam ao intestino delgado, e foi identificado como um supressor do apetite, enviando uma mensagem ao cérebro que o estômago está cheio, provocando sensação de saciedade.
Por isso, não tenha medo ao utilizar o seu azeite de oliva extra virgem! Ele não vai influenciar nos ponteiros da balança e ainda vai te ajudar a viver por mais tempo e com mais qualidade de vida.
 
5 - Bons azeites são importados
 

A maioria dos azeites é produzida no Mediterrâneo, em países como Espanha, Itália, Portugal, Tunísia e Grécia, que possuem um vasto conhecimento e histórico milenar de produção de azeite, desde os tempos em que ele era usado apenas como medicamento. No entanto, o Brasil vem se destacando na produção do alimento, assim como outros países da América do Sul, como Chile, Uruguai, Argentina e Perú.
 
6 - Azeites de oliva com baixa acidez são mais saborosos


A acidez do azeite está relacionada à proporção de ácidos graxos livres presentes no produto e isso não interfere em seu sabor ou aroma.
A baixa acidez é proveniente de diversos fatores, como o fato de as azeitonas estarem em perfeito estado no momento de serem beneficiadas. 
O sabor e o aroma do produto são consequências do equilíbrio de cerca de 70 compostos diferentes.
 
7 - Rótulo é suficiente para escolher um azeite de qualidade


Infelizmente não basta avaliar o rótulo para saber se o azeite é de qualidade. Através da embalagem você pode conferir a variedade, a data de fabricação e validade, e a acidez média do azeite. No entanto, apenas com a degustação e um pouco de conhecimento é possível avaliar os fatores sensoriais e saber se o azeite não possui sabor rançoso, um indicativo de oxidação do produto. Por isso é indicado comprar o azeite, pelo menos a primeira vez em locais que realizam degustação como lojas especializadas do ramo.
 

8 - Comer azeitonas traz o mesmo benefício de consumir o azeite extra virgem
 
Essa possível troca é um mito curioso. Por virem da mesma fonte, muitos acreditam que as azeitonas podem ser boas substitutas no consumo de azeite.
Na verdade, essa substituição não é bem um mito sobre azeite — afinal, ambos os alimentos possuem nutrientes em comum. Porém, o consumo de azeitonas necessário para absorver a mesma quantidade de nutrientes presentes no azeite seria muito grande, o que torna inviável essa comparação. Além disso, no momento da elaboração do azeite, quando a azeitona é macerada e durante o processo de extração, outros compostos nutricionais são formados, fazendo do azeite um alimento mais rico do que a fruta de onde ele se origina.
E também, as azeitonas em conserva — forma mais comum encontrada à venda — possuem uma quantidade expressiva de sódio. Se consumidas em grandes quantidades, podem causar problemas de saúde, como o aumento da pressão arterial.
 
9 - Não é saudável fritar com azeite
 

Esse é um dos mitos sobre azeite mais relacionado à falta de informação. Outros produtos na mesma categoria costumam ser prejudiciais à saúde quando submetidos a temperaturas relativamente altas. Contudo, o mesmo não se aplica ao azeite, desde que se mantenha certos cuidados.
O azeite de oliva pode ser esquentado em média até 200º C sem perder suas propriedades benéficas ao organismo. Sua estrutura não é alterada até atingir essa temperatura, tornando-o uma ótima opção para cozinhar.
Entretanto, é importante evitar temperaturas mais altas que podem queimar o azeite e acabar com suas propriedades saudáveis. Para isso, é preciso controlar bem a temperatura durante o método de cocção! 
 
10 - Azeite amarelado não é bom
 

Por padrão, os consumidores compram azeites caracterizados em tons verdes-dourados. Logo, quando visualizam outras cores, tendem a achar que o azeite está estragado.
Na verdade, a ideia de que o azeite amarelo é ruim não passa de um mito. Os diferentes tons estão relacionados ao ponto de colheita das azeitonas e às suas variedades.
 Basicamente, quanto mais madura for uma azeitona no momento da colheita, mais amarelado será o azeite. E mesmo um azeite mais maduro, no que diz respeito à época em que o produto foi fabricado, não perde nada em propriedades e benefícios para o corpo.
 
 
 



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